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Seguro viagem: quando é obrigatório e o que cobre

Resposta direta

A exigência de seguro para a Europa que todo mundo cita vem do Código de Vistos da União Europeia, o Regulamento (CE) nº 810/2009, aplicável desde 5 de abril de 2010, e recai sobre quem pede visto Schengen de curta duração. Nesse caso o seguro médico de viagem é documento do pedido: cobertura mínima de 30.000 euros, válida em todo o território dos Estados do espaço Schengen e por toda a duração prevista da estada, cobrindo assistência médica de urgência, cuidados hospitalares de urgência e repatriamento por razões médicas.

O brasileiro é isento de visto para estadas de até 90 dias a cada período de 180 dias, então esse pacote documental não é conferido por um consulado antes da viagem. O que se aplica a ele é o controle de fronteira, em que o agente pode pedir documentos que comprovem o motivo e as condições da estada. Na prática o seguro está entre os documentos que podem ser exigidos, companhias aéreas conferem no check-in e alguns destinos fora da Europa pedem a apólice na entrada. E, cobrado ou não, é ele que paga a conta do hospital. No Brasil, a Circular SUSEP nº 667/2022 determina que todo seguro viagem internacional ofereça, no mínimo, a cobertura de despesas médicas, hospitalares e odontológicas em viagem.

02O que é seguro viagem

Pela definição da Circular SUSEP nº 667/2022, o seguro viagem tem por objetivo garantir ao segurado ou aos seus beneficiários uma indenização, limitada ao valor do capital segurado contratado, no caso de ocorrência de riscos cobertos relacionados à viagem, nos termos das condições contratuais. É um seguro regulado pela SUSEP, diferente do plano de saúde, que é assistência à saúde regulada pela ANS e não acompanha você para fora do país.

Seguro viagem e cartão de assistência ao viajante não são a mesma coisa. Um é apólice registrada na SUSEP, com capital segurado, condições gerais e número de processo; o outro é contrato de prestação de serviço, que organiza atendimento sem necessariamente indenizar. Boa parte do que se vende no mercado combina as duas naturezas, seguro para o que vira indenização e assistência para o que vira serviço, como traslado, orientação e rede referenciada. Procurar o número do processo SUSEP no documento separa um do outro em trinta segundos.

Desde 10 de dezembro de 2025 vale a Lei nº 15.040/2024, o novo marco legal do contrato de seguro, que organiza regras de aviso de sinistro, prazos de resposta da seguradora e recusa de cobertura. Apólices assinadas antes dessa data continuam regidas pela lei anterior, então os dois regimes convivem por enquanto.

03Europa: onde termina a obrigação e começa a recomendação

Para o visto Schengen de curta duração, o seguro é documento instrutório e o número é firme: cobertura mínima de 30.000 euros, válida em todo o território dos Estados do espaço Schengen e cobrindo a totalidade da duração prevista da estada ou do trânsito. As três frentes que ele precisa cobrir também estão escritas: despesas decorrentes de eventual repatriamento por razões médicas, assistência médica de urgência e cuidados hospitalares de urgência. É o que as páginas consulares dos países do bloco repetem, e é o que o consulado confere no balcão.

O brasileiro, porém, não pede esse visto para turismo. O Itamaraty registra a isenção para estadas de até 90 dias a cada 180 dias, com passaporte válido por pelo menos mais três meses a partir da data prevista de saída do espaço. Isenção de visto significa que ninguém vai conferir, antes da viagem, a lista de documentos que o consulado pediria. Não significa que a entrada é automática.

O que se aplica ao viajante isento é o controle de entrada. Nele o agente de fronteira pode solicitar documentos comprovativos do motivo e das condições da estada, dos meios de subsistência, da passagem de retorno e da hospedagem. O seguro de viagem aparece nessa conversa com frequência, e a companhia aérea às vezes confere antes, no check-in, porque é ela quem arca com o custo de devolver um passageiro barrado. Resumo honesto: para o turista brasileiro, o seguro viagem para a Europa não é um carimbo que se cumpre num balcão, é um documento que pode ser cobrado e cuja falta pode custar a viagem, além de ser o que paga o atendimento se algo acontecer.

Fora da Europa a lógica se repete com regras diferentes. Vários destinos exigem comprovação de seguro médico na entrada, e essa exigência muda por país, às vezes sem aviso. Antes de comprar a passagem, confira a página do consulado do país de destino ou o portal consular do Itamaraty, e não um blog de viagem, porque é lá que a regra é atualizada primeiro.

04O que o seguro viagem cobre e o que fica de fora

A lista abaixo resume as coberturas usuais de um seguro viagem internacional vendido no Brasil. Cada uma tem capital segurado próprio, e a que não aparece com valor na apólice não está contratada. Use a lista para saber o que perguntar, não para presumir o que você tem.

Quadro de cobertura

Seguro viagem internacional, coberturas usuais

O que costuma entrar e o que costuma ficar de fora, nas condições gerais mais comuns do mercado brasileiro.

Revisado 22/09/2026

Costuma cobrir

  • Despesas médicas, hospitalares e odontológicas por acidente ou doença súbita
  • Estabilização de crise de doença preexistente ou crônica
  • Traslado médico entre hospitais e traslado de corpo
  • Regresso sanitário até o local de residência
  • Extravio, roubo ou dano de bagagem, no limite contratado
  • Cancelamento ou interrupção de viagem, pelos motivos listados nas condições gerais
  • Morte acidental e invalidez permanente por acidente em viagem
  • Despesas por atraso de voo e de entrega de bagagem

Costuma ficar de fora

  • Tratamento continuado ou programado de doença já em curso antes do embarque
  • Cirurgia eletiva e procedimento que pode aguardar o retorno ao Brasil
  • Gestação além do número de semanas previsto nas condições gerais
  • Evento ocorrido sob efeito de álcool ou de substância entorpecente
  • Esporte de risco ou prática profissional não declarada na contratação
  • Atendimento sem o aviso prévio à central, quando exigido
  • Dinheiro, joia e eletrônico despachados dentro da bagagem
  • Ocorrência anterior ao início da vigência ou posterior ao seu término
Condições variam por apólice. O contrato prevalece.Lista de referência. Não substitui a leitura da sua apólice nem a orientação do seu corretor.
corretoras.ia.br
Condições variam por contrato e por seguradora, e o contrato é o que vale. Esta lista é referência baseada nas coberturas mais comuns do mercado, em geral, e não substitui a leitura da sua apólice. Consulte as condições gerais antes de contar com qualquer item.

05A cobertura que a norma brasileira torna mínima

A cobertura de despesas médicas, hospitalares e odontológicas em viagem, chamada de DMHO, é a indenização das despesas efetuadas pelo segurado para tratamento sob orientação médica, ocasionado por acidente pessoal ou por enfermidade súbita e aguda ocorrida durante o período da viagem, limitada ao capital segurado contratado. Em viagem internacional, a Circular SUSEP nº 667/2022 determina que o seguro viagem esteja vinculado ao oferecimento, no mínimo, dessa cobertura. Na prática, seguro viagem internacional registrado no Brasil sem DMHO não existe.

A mesma norma veda estruturar DMHO em viagem internacional que cubra exclusivamente eventos ocasionados por acidentes pessoais. Se a apólice paga a queda na escada mas não paga a infecção, ela não atende à regra. Esse é um ponto de conferência rápido e que separa produto sério de produto de vitrine.

O ponto que mais contraria a crença comum vem em seguida: a DMHO em viagem internacional deve cobrir, até o limite do capital segurado, as despesas relacionadas à estabilização do quadro clínico do segurado que lhe permita continuar a viagem ou retornar ao local de residência, decorrentes de episódios de crise ocasionados por doença preexistente ou crônica, quando gerarem quadro de emergência ou urgência. Ou seja, ter hipertensão, diabetes ou asma não apaga a cobertura de uma crise. O que fica de fora é o tratamento continuado da condição, não a emergência que ela provoca.

Há ainda uma proteção para quem compra produto de rede referenciada. Quando a indenização se dá exclusivamente por essa rede, em caso de emergência ou urgência o segurado tem direito ao reembolso de despesas feitas fora dela, relacionadas à estabilização do quadro que permita a transferência para um estabelecimento da rede. Na hora, isso significa guardar recibo, relatório e prontuário de tudo que for atendido fora da rede.

A norma define os dois termos que a apólice usa o tempo todo: emergência é a situação em que o segurado precisa de atendimento imediato, porque existe risco de morte; urgência é a situação em que precisa de atendimento não caracterizado como emergência, podendo aguardar o atendimento dos casos emergenciais. Saber a diferença ajuda na hora de descrever o caso para a central, que é quem classifica.

06O que olhar antes de contratar

Seguro viagem é contratado às pressas, quase sempre no mesmo dia da passagem, e é aí que se erra. Sete campos concentram quase toda a negativa.

6.1 O capital segurado de DMHO e a moeda

Os 30.000 euros do espaço Schengen são piso documental, não estimativa de custo hospitalar. Confira em que moeda o capital está expresso, e se o valor é por evento ou agregado para toda a viagem. Destinos com custo médico alto, como Estados Unidos e Japão, costumam pedir capital bem acima do piso europeu, e é o corretor que consegue comparar isso entre apólices sem se perder no marketing.

6.2 Rede referenciada ou reembolso

Muda tudo no momento do aperto. Em rede referenciada, você é encaminhado e a seguradora paga direto. Em reembolso, você paga primeiro e recebe depois, mediante documentação. Pergunte se há adiantamento de valores, em que casos e com que limite, porque internação no exterior costuma exigir depósito prévio que ninguém tem no cartão.

6.3 O aviso à central

Quase toda apólice exige contato com a central antes de procurar atendimento, ressalvada a emergência. Pular esse passo é uma das causas mais frequentes de recusa, e é uma causa evitável. Anote o telefone e o número da apólice em papel e no e-mail, não só no celular que pode ficar sem bateria ou ser roubado junto com a mala.

6.4 Doença preexistente, gestação e idade

A norma assegura a estabilização em crise de doença preexistente ou crônica, como explicado acima, mas o restante varia conforme o contrato. Gestação tem limite de semanas nas condições gerais, e ultrapassá-lo tira a cobertura. Faixas etárias mais altas mudam o produto e o capital oferecido. Declare idade e condição corretamente: informação errada aqui é o que a seguradora vai procurar depois.

6.5 Esporte e atividade

Mergulho, esqui, trilha em altitude, moto alugada, parapente. Se a atividade não estiver declarada e contratada como cobertura específica, o acidente ligado a ela costuma ficar de fora. Vale também para quem viaja a trabalho e vai operar equipamento: viagem de negócios com atividade de risco não é viagem de turismo.

6.6 Vigência e o que acontece se a volta atrasar

A vigência precisa começar antes do embarque e terminar depois do retorno previsto, com folga. A norma exige que as condições contratuais especifiquem as consequências da impossibilidade de retorno do segurado ao domicílio antes do fim da vigência, por causa de evento coberto, e também as consequências do regresso antecipado. Leia essas duas cláusulas: é nelas que se descobre se a apólice se estende sozinha ou se você fica descoberto no hospital.

6.7 Bagagem, e quem responde primeiro

A cobertura de bagagem do seguro costuma ser complementar à responsabilidade da companhia aérea, e não substituta dela. O primeiro passo continua sendo registrar a ocorrência com a companhia ainda no aeroporto e guardar o comprovante, porque a seguradora vai pedir esse registro. Confira também o limite por item e as exclusões de conteúdo, que são padrão e costumam surpreender.

07Onde o corretor entra nessa conta

O corretor de seguros é o intermediário registrado na SUSEP, com profissão regulada pela Lei nº 4.594/1964, que representa você e não a seguradora. Em seguro viagem ele tem uma função concreta: comparar o capital de DMHO, a forma de pagamento e as exclusões entre apólices de seguradoras diferentes, que são exatamente os três pontos que o comparador de preço esconde. A remuneração dele é a comissão paga pela seguradora, já embutida no prêmio.

Ao escolher, confira o registro na consulta pública da SUSEP e prefira quem explica exclusão antes de falar de valor. Este site lista corretoras a partir de dados públicos do CNPJ e mostra o número de registro SUSEP apenas quando a própria corretora informa e nós conferimos na consulta oficial.

08Como acionar, e o que fazer se for negado

Avise a central primeiro, guarde o protocolo e reúna a documentação: relatório médico com diagnóstico e data, recibos originais, comprovante de embarque e a apólice. Em extravio de bagagem, junte o registro feito com a companhia aérea. Documentação incompleta é o que mais atrasa a análise, e o prazo da seguradora só começa a correr com os elementos necessários em mãos.

Pela Lei nº 15.040/2024, a seguradora tem prazo máximo de 30 dias para se manifestar sobre a cobertura, contado da apresentação do aviso de sinistro acompanhado dos elementos necessários, sob pena de decair do direito de recusá-la. A recusa precisa ser expressa e motivada, e a seguradora não pode inovar depois o fundamento, salvo se vier a conhecer fatos que antes desconhecia. Reconhecida a cobertura, ela tem mais 30 dias para pagar.

Se a justificativa não se sustentar, há três caminhos que não se excluem: a ouvidoria da própria seguradora, a reclamação na SUSEP pelo canal de atendimento ao público, que é gratuita e fica registrada no histórico da empresa, e o órgão de defesa do consumidor. O corretor que intermediou a apólice deve acompanhar esse processo com você.

09Em resumo

  • Os 30.000 euros são exigência documental do visto Schengen de curta duração, e o brasileiro turista é isento desse visto.
  • Isenção de visto não é isenção de controle de fronteira: o seguro está entre os documentos que podem ser pedidos na entrada e no check-in.
  • Todo seguro viagem internacional vendido no Brasil precisa oferecer, no mínimo, a cobertura de despesas médicas, hospitalares e odontológicas.
  • Doença preexistente ou crônica não apaga a cobertura de crise: a norma exige cobrir a estabilização do quadro em urgência ou emergência.
  • Avisar a central antes do atendimento, quando a apólice exige, é o passo cuja falta mais derruba pedido de indenização.
  • A seguradora tem 30 dias para se manifestar sobre a cobertura e mais 30 para pagar o que reconhecer.

10Perguntas frequentes

Seguro viagem para a Europa é obrigatório para brasileiro?

A obrigação de apresentar seguro com cobertura mínima de 30.000 euros nasce do Código de Vistos da União Europeia e vale para quem pede visto Schengen de curta duração. O brasileiro é isento desse visto para estadas de até 90 dias a cada 180 dias, então não passa por essa conferência consular. Na fronteira, porém, o agente pode pedir documentos que comprovem o motivo e as condições da estada, e o seguro está entre eles; companhias aéreas também costumam conferir no embarque. Em geral, viajar sem ele é assumir tanto o risco de barreira quanto o custo integral de um atendimento.

Qual é a cobertura mínima exigida no espaço Schengen?

Para o visto de curta duração, 30.000 euros, com validade em todo o território dos Estados do espaço Schengen e pela totalidade da duração prevista da estada. O seguro precisa cobrir assistência médica de urgência, cuidados hospitalares de urgência e repatriamento por razões médicas. Esse valor é piso documental, não estimativa de custo hospitalar, e para alguns destinos faz sentido contratar capital bem maior.

Tenho diabetes. O seguro viagem cobre uma crise na viagem?

Em geral sim, quanto à estabilização. A norma brasileira determina que a cobertura de despesas médicas em viagem internacional alcance as despesas ligadas à estabilização do quadro clínico que permita continuar a viagem ou retornar à residência, quando a crise de doença preexistente ou crônica gerar quadro de urgência ou emergência. O que costuma ficar de fora é o tratamento continuado ou programado da condição. Consulte as condições gerais da sua apólice para ver os limites e a forma de pagamento.

O seguro cobre se eu precisar cancelar a viagem?

Só se a cobertura de cancelamento estiver contratada, com capital próprio na apólice, e apenas pelos motivos listados nas condições gerais, que costumam ser taxativos: doença grave, internação, morte na família, convocação judicial. Desistência por mudança de planos, em geral, não entra. Leia a lista de motivos antes de contar com essa cobertura, porque ela varia bastante entre produtos.

Perdi a mala. Aciono o seguro ou a companhia aérea?

Os dois, e nessa ordem. Registre a ocorrência com a companhia aérea ainda no aeroporto e guarde o comprovante, porque a responsabilidade do transportador é a primeira linha e a seguradora vai exigir esse registro para analisar o pedido. A cobertura de bagagem do seguro costuma funcionar de forma complementar, dentro do limite contratado e com exclusões de conteúdo, como dinheiro, joia e eletrônico despachados.

Comprei o seguro depois de embarcar. Vale?

Em geral não para o que acontecer antes do início da vigência, e muitas apólices sequer admitem contratação com a viagem já iniciada. A vigência precisa começar antes do embarque e terminar depois do retorno previsto. Se a volta atrasar por evento coberto, o que acontece com a cobertura depende da cláusula específica, que a norma obriga a apólice a trazer: procure essa cláusula antes de viajar, não depois.

11Fontes

Fontes e normas citadas

8 fontes, cada uma aberta e lida na data indicada
FonteO que comprovaConferida em
Circular SUSEP nº 667, de 4 de julho de 2022gov.brRegras complementares e critérios para operação das coberturas de risco dos seguros de pessoas. O capítulo V trata do seguro viagem: define o produto, torna a cobertura de despesas médicas, hospitalares e odontológicas o mínimo em viagem internacional, veda a estrutura que cubra apenas acidentes pessoais e obriga a cobertura da estabilização em crise de doença preexistente ou crônica. Em vigor desde 1º de agosto de 2022.22/09/2026
Regulamento (CE) nº 810/2009, Código de Vistos da União Europeiavistos.mne.gov.ptBase jurídica do visto Schengen de curta duração, aplicável desde 5 de abril de 2010. É dele que vem a exigência de seguro médico de viagem com cobertura mínima de 30.000 euros, válido em todo o espaço Schengen e por toda a duração da estada. Conferido nas páginas consulares oficiais dos Estados do bloco no Brasil e em Portugal.22/09/2026
Representação consular alemã no Brasil, visto Schengenbrasil.diplo.dePágina oficial que descreve a verificação documental do visto de curta duração, incluindo a apresentação de seguro de saúde de viagem válido para todo o espaço Schengen e para toda a duração da estada, com cobertura mínima de 30.000 euros.22/09/2026
Ministério das Relações Exteriores, vistos para brasileirosgov.brFonte oficial da isenção de visto para brasileiros no espaço Schengen, para estadas de até 90 dias a cada período de 180 dias, e das condições de passaporte. É também onde se confere a exigência de seguro em destinos fora da Europa, país a país.22/09/2026
Lei nº 15.040, de 9 de dezembro de 2024planalto.gov.brMarco legal do contrato de seguro. Fixa o prazo máximo de 30 dias para a seguradora se manifestar sobre a cobertura, a exigência de recusa expressa e motivada sem inovação posterior do fundamento, e mais 30 dias para o pagamento da indenização reconhecida. Em vigor desde 10 de dezembro de 2025; contratos anteriores seguem a legislação anterior.22/09/2026
Resolução CNSP nº 382, de 4 de março de 2020gov.brPrincípios de conduta no relacionamento com o cliente, aplicáveis a seguradoras e a intermediários, o que inclui o corretor de seguros. Em vigor desde 1º de julho de 2020.22/09/2026
Lei nº 4.594, de 29 de dezembro de 1964planalto.gov.brRegula a profissão de corretor de seguros.22/09/2026
SUSEP, consulta pública de corretores e sociedades corretorasgov.brConsulta oficial por nome, CPF ou CNPJ, com a situação do registro. É a fonte usada para conferir o número SUSEP das corretoras que reivindicam o perfil neste site.22/09/2026

A vigência das normas foi conferida na data da última revisão deste texto. Norma alterada depois disso entra na revisão seguinte.

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